Elas deixaram suas residências, na noite de sábado (16), quando a Defesa Civil e a Agência Nacional de Águas (ANA) constataram "risco elevado" de rompimento da barragem, construída há 35 anos. A medida foi adotada após o reservatório atingir sua cota máxima pela primeira vez na história e começou a sangrar. A força da água pôs em perigo a estrutura do açude. Com o risco iminente de rompimento, mais de três mil pessoas que moram próximo à barragem tiveram que deixar suas casas.
fonte Diário do Nordeste.

