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"Traição e descaso", diz Mileide Mihaile sobre novo conflito com Wesley Safadão





Na mensagem, Mileide declara que foi em vão as conversas oficiais realizadas em 2018.

"Mesmo depois de falsos pedidos de perdão. Todos que nos acompanham sabem, ficou acertado na justiça que meu filho ficasse 15 dias comigo e 15 dias com o pai. O pai escolhe quais os dias quer ficar com nosso filho deixando o resto pra mim, independentemente de ser datas que queira partilhar, festa familiares e até mesmo divisão do seu aniversário. O que eu já vejo como um grande esculacho, por muitas vezes além dos 15 dias dele, ainda quer obrigar a levarem a criança, invadindo assim os meus dias determinados pela justiça. E foi o caso dessa vez: eu estava no Rio de Janeiro a trabalho, colocaram meu filho pra me ligar avisando e pedindo incansavelmente pra fazer uma viagem a Paris pro aniversário do jogador Neymar, como pode levar um assunto desses a uma criança de 8 anos antes de consultar a mãe? Disse ao meu filho que conversaríamos pessoalmente e foi pessoalmente que percebi que meu filho não estava fazendo tanta questão como foi dito que era o sonho dele. Sem falar que as aulas acabaram de voltar e, mais, o pai dele estaria no dia da viagem a Paris, fazendo show, não viajaria junto com a criança. Ele iria na companhia da madrasta. Mais um motivo pra eu não ver sentido algum sem falar que o programa alegado, nada tem a ver com uma criança, a festa de um jogador de futebol cujo tema é cabaré, lugar pra adulto."

Por fim, Mileide conta no comunicado que foi abordada pelo irmão de Wesley em uma loja.

"Pra resumir, fui surpreendida ao encontrar o Watila, irmão do Wesley, em uma loja que me abordou de forma traiçoeira. 10 minutos depois o motorista do Wesley estava na porta da loja me coagindo, nos causando - a mim e ao meu filho - constrangimento e medo, e com uma intimação assinada pra que levasse meu filho a força pra viajar. Tenho os vídeos e cartas do gerente e da vendedora da loja, descrevendo o ocorrido e já foram encaminhados a justiça. Não levaram não pelo meu não, e sim porque meu filho chorando disse que não ia! De modo que eu espero sinceramente que parem de me perseguir, parem de prejudicar o psicológico do meu filho. Ele é uma criança e não merece tudo isso.
fonte DN

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