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Lideranças da GDE são transferidas para penitenciária federal




Deijair e Noé são acusados de ordenar a maior matança do Ceará, episódio que ficou conhecido como Chacina das Cajazeiras

SEGURANÇA

cajazeiras

'Chacina das Cajazeiras' aconteceu em janeiro deste ano e deixou 14 pessoas mortas.

Foto: Arquivo

Apontados pela Polícia Civil do Estado do Ceará como fundadores e líderes da facção criminosa Guardiões do Estado (GDE), Deijair de Souza Silva e Noé de Paula Moreira, foram transferidos para o Departamento Penitenciária Federal de Brasília.


Conforme a Justiça Cearense, as movimentações aconteceram no último dia 24 deste mês. Deijair e Noé estavam reclusos no Instituto Presídio Professor Olavo Oliveira II (IPPOO II), em Itaitinga, Região Metropolitana de Fortaleza.


Dentre a série de crimes pelos quais eles são acusados está a Chacina das Cajazeiras. Conforme investigações, Deijair e Noé foram mandantes da maior matança já vista no Ceará, realizada em janeiro de 2018, nos arredores do 'Forró do Gago'.
DN

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