Agressão foi filmada com um celular no Hospital Municipal de Paulínia.
Conselho Regional de Enfermagem abriu sindicância para apurar.
As imagens foram gravadas por uma pessoa que estava no hospital e ouviu os gritos. “(...) quieto, fica quieto, droga, fica quieto, saco. Amarra essa p... aí” e “Cala boca” eram frases ditas pelas enfermeiras durante o atendimento ao paciente acamado. [veja vídeo acima]
Na imagem não é possível ver o paciente, apenas as agressões das enfermeiras. “Por que não deixa morrer essa p...? Oh praga” e “Não brinca comigo não, não brinca comigo não (...) você tá brincando seu b...”, dizem as enfermeiras.
Se não mostrarmos o que está errado, ninguém vai atrás de melhorar”, disse o gerente de açougue Renato Coco, autor das imagens.
Ele estava no hospital acompanhando um amigo que sofreu um acidente de motocicleta na hora do flagrante.
O secretário municipal de Saúde, Ricardo Carajeleascow, disse que esta é a primeira denúncia de agressão envolvendo as duas técnicas de enfermagem.
“O que aconteceu foi um fato isolado, que não caracteriza a ação da equipe que trabalha no hospital. O hospital não é conhecido por isso”, disse ele.
As investigações da Prefeitura podem durar três meses. Ambas continuam recebendo os salários, conforme determina a legislação. Isso só vai mudar se elas forem exoneradas dos cargos ao final da sindicância.
As investigações da Prefeitura podem durar três meses. Ambas continuam recebendo os salários, conforme determina a legislação. Isso só vai mudar se elas forem exoneradas dos cargos ao final da sindicância.
g1

