Desempregado e com três filhos para criar, Antônio Francisco Pereira da Silva, de 37 anos, poderia procurar o tão sonhado emprego das mais diversas formas. Mas foi segurando um cartaz no semáforo de uma avenida de grande movimento em Teresina que ele viu a oportunidade de alguma vaga bater à sua porta.
"Não quero esmola, preciso de trabalho! Sou: repositor de mercadorias, servente, vigia, porteiro, operador de empilhadeiras, motorista, serviços gerais", escreveu Antônio Francisco no cartaz.
Ao G1 ele disse ficou apenas 30 minutos parado na Avenida João XXIII na segunda-feira (25) com o cartaz nas mãos e logo a sua imagem ganhou as redes sociais.
Desde a terça-feira (26) ele já recebeu pelo menos 10 ligações. Nesta quarta-feira (27), Antônio fez a primeira entrevista, mas ainda não tem o resultado.
"Já que a ideia de colocar currículos nas empresas não estava dando certo, eu decidi encarar o desafio. A situação que eu estou passando é como se você fosse jogado na jaula com um leão. Se você não encarar o leão, ele vem e te devora. Sou pai de família, tenho casa, mulher e filhos para criar. Preciso de emprego", contou.
Antônio Francisco disse que passou seis anos morando na cidade de Ribeirão Preto, em São Paulo, tempo em que trabalhou de motorista em um supermercado.
Enquanto esteve por lá, o pai adoeceu no Piauí e faleceu. Pensando na mãe e nos filhos que havia deixado em Teresina, ele voltou à terra natal em busca de uma nova vida.
Já na capital piauiense, em junho do ano passado, Antônio Francisco chegou a cobrir férias de um taxista, mas o que ele ganhava no mês não dava para bancar as despesas. Casado, ele precisa pagar o aluguel e administrar as despesas da família, composta pela mulher, a mãe e pelos três filhos, todos menores.
Desde a terça-feira (26) ele já recebeu pelo menos 10 ligações. Nesta quarta-feira (27), Antônio fez a primeira entrevista, mas ainda não tem o resultado.
"Já que a ideia de colocar currículos nas empresas não estava dando certo, eu decidi encarar o desafio. A situação que eu estou passando é como se você fosse jogado na jaula com um leão. Se você não encarar o leão, ele vem e te devora. Sou pai de família, tenho casa, mulher e filhos para criar. Preciso de emprego", contou.
Antônio Francisco disse que passou seis anos morando na cidade de Ribeirão Preto, em São Paulo, tempo em que trabalhou de motorista em um supermercado.
Enquanto esteve por lá, o pai adoeceu no Piauí e faleceu. Pensando na mãe e nos filhos que havia deixado em Teresina, ele voltou à terra natal em busca de uma nova vida.
Já na capital piauiense, em junho do ano passado, Antônio Francisco chegou a cobrir férias de um taxista, mas o que ele ganhava no mês não dava para bancar as despesas. Casado, ele precisa pagar o aluguel e administrar as despesas da família, composta pela mulher, a mãe e pelos três filhos, todos menores.
"Desde que voltei para Teresina tento encontrar um emprego fixo. Retornei por causa da minha família que precisa de mim. E aqui vim atrás do recomeço. Não deu para mim como taxista porque preciso de carteira assinada, preciso de estabilidade", contou.
Otimista com o andamento da ideia, Antônio agora segue "cumprindo a agenda" de entrevistas de emprego as quais ele foi chamado depois da repercussão. A torcida para que ele consiga é de todos.
"Foi uma corrente do bem e estou muito feliz com o que tudo isso se transformou. Sou filho de Deus e qualquer outro pai de família na minha situação encararia da mesma forma. Não tenho vergonha de pedir emprego. Com certeza vai dar tudo certo no final", contou.
Otimista com o andamento da ideia, Antônio agora segue "cumprindo a agenda" de entrevistas de emprego as quais ele foi chamado depois da repercussão. A torcida para que ele consiga é de todos.
"Foi uma corrente do bem e estou muito feliz com o que tudo isso se transformou. Sou filho de Deus e qualquer outro pai de família na minha situação encararia da mesma forma. Não tenho vergonha de pedir emprego. Com certeza vai dar tudo certo no final", contou.
g1


