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Jovem que nasceu sem língua vira auxiliar de enfermagem em Brasília


O fato de ter nascido sem língua não impediu que a brasiliense Auristela Viana realizasse o sonho de concluir o curso de auxiliar de enfermagem. Um dos únicos três casos do tipo registrados na literatura médica, a jovem diz acreditar que as vivências que teve com cirurgias e tratamento a ajudarão a se tornar uma profissional mais sensível.

O fato de ter nascido sem língua não impediu que a brasiliense Auristela Viana realizasse o sonho de concluir o curso de auxiliar de enfermagem. Um dos únicos três casos do tipo registrados na literatura médica, a jovem diz acreditar que as vivências que teve com cirurgias e tratamento a ajudarão a se tornar uma profissional mais sensível.


Como enfermeira, posso explicar a minha experiência com os tratamentos não só do meu caso, mas também várias situações de patologias, acalmando os pacientes e oferendo o conforto e a confiança das suas melhorias hospitalares”, diz.
Ela conta que não sofreu preconceito na faculdade por causa da condição. "Todos os professores gostavam de mim. Eu sempre fui paparicada por eles por eu ser muito esforçada e determinada. [O relacionamento com os colegas era] Muito bom. Converso, estudo junto e procuro ajudar eles e eles me ajudam. São muito legais.”
Auristela ganhou alta médica em 2012. O caso dela era conduzido pelo cirurgião maxilofacial Frederico Salles. Em um vídeo feito para um simpósio da Universidade de Brasília (veja abaixo), o odontólogo mostra a evolução da garota, contando de 1 a 10.
g1

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